“Um ao outro ajudou e ao seu próximo disse: Sê forte.”
Isaías 41:6
Meus irmãos, nesta noite quero convidá-los a refletir sobre uma palavra que todos conhecemos, mas que talvez precisemos praticar muito mais: amor.
Vivemos em um mundo em que as pessoas estão cada vez mais próximas pela tecnologia, mas, muitas vezes, cada vez mais distantes umas das outras. Podemos conversar com alguém que está do outro lado do mundo e, ao mesmo tempo, ignorar a pessoa que está ao nosso lado.
Há pessoas que têm fome não apenas de pão, mas de atenção.
Há pessoas que precisam não apenas de roupas, mas de dignidade.
Há pessoas que precisam não apenas de ajuda financeira, mas de alguém que lhes diga:
“Você não está sozinho.”
E é exatamente nesse contexto que encontramos as palavras de Isaías:
“Um ao outro ajudou e ao seu próximo disse: Sê forte.”
Observe a beleza desse texto. Deus não diz simplesmente: “Cada um cuide de si mesmo.”
Ele diz:
“Um ao outro ajudou.”
Isso significa que Deus nos colocou neste mundo para sermos instrumentos de bênção na vida de outras pessoas.
Conta-se a história de um homem que teve um sonho.
Nesse sonho, ele foi levado para conhecer dois lugares.
Primeiro, ele chegou a um lugar que parecia muito bonito. Havia um enorme gramado verde, árvores frondosas e uma mesa gigantesca, sobre a qual havia todo tipo de comida deliciosa.
Mas havia algo estranho.
Os talheres eram enormes.
Facas, colheres e garfos eram tão grandes que pareciam impossíveis de manejar.
Então o homem percebeu uma multidão se aproximando da mesa.
Eram pessoas abatidas, tristes, cansadas.
Cada uma se sentava diante da mesa, pegava um garfo enorme, colocava comida no prato e tentava levar o garfo à própria boca.
Mas não conseguia.
O talher era grande demais.
Depois de várias tentativas, aquela pessoa se levantava frustrada e saía com fome.
O homem olhou para aquilo e pensou:
“Como pode haver tanta comida e tanta tristeza?”
Havia abundância, mas ninguém conseguia desfrutá-la.
Então o homem foi levado a outro lugar.
Novamente, viu um gramado verde, árvores bonitas e uma mesa enorme, cheia de alimentos.
E, novamente, os talheres eram gigantes.
Mas havia uma diferença.
As pessoas que chegavam à mesa estavam sorrindo.
Havia alegria.
Havia comunhão.
Havia felicidade.
O homem ficou intrigado.
Pensou:
“Se tudo é igual, se os talheres também são enormes, como essas pessoas conseguem comer?”
Então decidiu observar.
Uma pessoa se sentou, pegou o garfo enorme, colocou comida no prato e, em vez de tentar levar o garfo à própria boca, estendeu o braço e alimentou a pessoa que estava à sua frente.
A pessoa alimentada fez a mesma coisa.
Pegou o garfo, colocou comida no prato e alimentou quem havia acabado de alimentá-la.
E assim todos comiam.
Todos eram alimentados.
Todos podiam desfrutar da abundância.
E todos saíam felizes da mesa.
O homem então compreendeu:
A mesa era a mesma.
A comida era a mesma.
Os talheres eram os mesmos.
A diferença estava na maneira como aquelas pessoas enxergavam umas às outras.
Essa história nos ensina algo profundo.
Às vezes, pensamos que o grande problema do mundo é a falta de recursos.
Mas, muitas vezes, o problema não é a falta de recursos.
É a falta de amor.
Existe alimento, mas falta disposição para repartir.
Existe roupa, mas falta disposição para vestir quem precisa.
Existe dinheiro, mas falta disposição para compartilhar.
Existe tempo, mas falta disposição para ouvir.
Existe conhecimento, mas falta disposição para ensinar.
Existe força, mas falta disposição para levantar quem caiu.
E talvez seja exatamente por isso que Deus diz:
“Um ao outro ajudou e ao seu próximo disse: Sê forte.”
Deus não nos chamou apenas para receber bênçãos.
Ele nos chamou para sermos bênçãos.
É muito bonito quando a igreja abre suas portas para arrecadar alimentos, roupas e outros recursos.
Mas a missão da ASA vai muito além de entregar uma cesta básica.
Quando entregamos alimento, podemos alimentar o corpo.
Quando entregamos uma roupa, podemos proteger alguém do frio.
Mas quando olhamos nos olhos daquela pessoa, apertamos sua mão e dizemos:
“Deus ama você. Nós estamos aqui para ajudá-lo”,
podemos alimentar também a alma.
Às vezes, aquilo que uma pessoa mais precisa não cabe dentro de uma cesta.
Ela precisa de esperança.
Precisa de alguém que a escute.
Precisa de alguém que não a julgue.
Precisa de alguém que a trate com dignidade.
Precisa de alguém que diga:
“Sê forte.”
Quando olhamos para a vida de Jesus, percebemos que Ele nunca tratou as pessoas como números.
Jesus via pessoas.
Ele viu o cego.
Viu o leproso.
Viu o paralítico.
Viu a viúva.
Viu o faminto.
Viu o rejeitado.
Viu o pecador.
E, onde muitos enxergavam um problema, Jesus enxergava uma pessoa que precisava de amor.
Talvez esse seja um dos maiores desafios para nós.
Aprender a enxergar pessoas.
Quando encontramos alguém necessitado, não devemos pensar apenas:
“Ele precisa de comida.”
Devemos pensar:
“Ele é alguém que Deus ama.”
Quando encontramos alguém que perdeu tudo, não devemos pensar:
“É apenas mais uma pessoa precisando de ajuda.”
Devemos pensar:
“É alguém por quem Cristo morreu.”
Isso muda completamente a maneira como servimos.
Existe algo maravilhoso no evangelho.
Nós não amamos primeiro.
Deus nos amou primeiro.
Nós não ajudamos porque somos melhores.
Ajudamos porque um dia também fomos ajudados.
Nós não estendemos a mão porque somos superiores.
Estendemos a mão porque Cristo estendeu a mão para nós.
A cruz é a maior demonstração de que Deus não ficou distante do nosso sofrimento.
Ele veio até nós.
Jesus deixou o Céu, aproximou-Se da humanidade, tocou os intocáveis, acolheu os rejeitados e entregou a própria vida por aqueles que não podiam fazer nada para retribuir.
Esse é o verdadeiro amor.
Amor que se aproxima.
Amor que serve.
Amor que compartilha.
Amor que perdoa.
Amor que levanta.
Amor que não pergunta primeiro: “O que vou ganhar?”
Ele pergunta:
“O que posso fazer por você?”
Quero terminar fazendo uma pergunta.
Imagine que você estivesse sentado naquela mesa com os talheres gigantes.
Você teria duas escolhas.
Poderia tentar alimentar somente a si mesmo.
Ou poderia alimentar alguém à sua frente.
A primeira atitude representa uma vida centrada em nós mesmos.
A segunda representa o evangelho.
Porque, no Reino de Deus, descobrimos um princípio extraordinário:
Quando alimentamos alguém, também somos alimentados.
Quando levantamos alguém, também somos fortalecidos.
Quando consolamos alguém, também encontramos consolo.
Quando repartimos amor, o amor não diminui — ele se multiplica.
Talvez haja alguém perto de nós nesta noite que esteja passando fome de esperança.
Talvez alguém esteja carregando uma dor que ninguém conhece.
Talvez alguém esteja sorrindo por fora e chorando por dentro.
Talvez alguém esteja precisando apenas de uma palavra:
“Sê forte.”
E Deus colocou você naquele lugar para dizer isso.
Nesta noite, eu gostaria de propor um desafio.
Ame mais.
Ame mais dentro de casa.
Ame mais na igreja.
Ame mais seus vizinhos.
Ame mais aqueles que pensam diferente de você.
Ame mais aqueles que não podem lhe oferecer nada em troca.
Ame mais aqueles que o mundo esqueceu.
Porque o amor cristão não pode ficar apenas no discurso.
O amor precisa ganhar mãos.
Mãos que ajudam.
Pés que vão.
Braços que abraçam.
Ouvidos que escutam.
Bocas que encorajam.
Corações que se compadecem.
Que a nossa ASA não seja apenas conhecida por aquilo que entrega, mas principalmente pelo amor com que entrega.
Que quando alguém chegar à nossa igreja carregando suas necessidades, não encontre apenas uma instituição.
Que encontre uma família.
Que encontre pessoas dispostas a dizer:
“Um ao outro ajudou e ao seu próximo disse: Sê forte.”
E que, quando chegar o grande dia em que estivermos diante de Cristo, possamos descobrir que cada gesto de amor feito em favor de alguém foi, na verdade, feito para Ele.
Porque Jesus disse:
“Quando o fizestes a um destes Meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes.”
Mateus 25:40
Portanto, irmãos:
Ame mais.
Ajude mais.
Perdoe mais.
Compartilhe mais.
Escute mais.
Sirva mais.
E, principalmente, permita que Cristo ame através de você.
Porque talvez a pessoa que você está esperando encontrar para ajudar seja justamente alguém que Deus colocou no seu caminho para que você descubra uma coisa:
o amor que recebemos de Deus nunca foi feito para ficar parado em nós.
Ele deve passar por nós e alcançar o próximo.
Ame mais.
Amém.
Texto base: Mateus 4:1–11
Tema: Nem todo lugar alto é bênção, e nem todo deserto é abandono.
“Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.”
Mateus 4:1
Há algo impressionante no início do ministério de Jesus.
Jesus acabara de ser batizado.
O céu havia se aberto.
O Espírito Santo havia descido sobre Ele.
E uma voz havia declarado:
“Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.”
Se fôssemos nós, talvez pensássemos:
“Agora começa a minha grande fase!”
Mas o próximo movimento de Deus não foi levá-lo ao palácio.
Não foi levá-lo a uma multidão.
Não foi colocá-lo em uma plataforma.
O Espírito o levou para o deserto.
E ali encontramos Satanás.
Depois, Satanás leva Jesus ao pináculo do templo.
Veja o contraste:
O Espírito conduz Jesus para baixo.
Satanás tenta conduzi-lo para cima.
Um leva ao deserto.
O outro leva ao pináculo.
Um lugar de silêncio.
O outro, um lugar de visibilidade.
Um lugar onde ninguém estava olhando.
O outro, um lugar onde todos poderiam olhar.
E aqui está a pergunta desta noite:
Porque existem lugares baixos onde Deus está trabalhando e lugares altos onde o inimigo está tentando nos derrubar.
Isso é extraordinário.
Jesus estava no deserto porque o Espírito o havia conduzido até lá.
Portanto, estar no deserto não significava estar fora da vontade de Deus.
Às vezes pensamos:
“Se estou passando por dificuldades, Deus deve ter me abandonado.”
Não necessariamente.
Talvez você esteja no deserto porque Deus está tratando algo em você que não poderia ser tratado no palácio.
No deserto não existem aplausos.
Não existem distrações.
Não existem muitas vozes.
No deserto, você fica diante de Deus e de si mesmo.
Ali Jesus estava com fome.
Ali estava sozinho.
Ali foi tentado.
Mas ali também estava sendo preparado.
Antes de Davi enfrentar Golias, houve o anonimato do campo.
Antes de Moisés voltar ao Egito, houve o deserto.
Antes de Jesus começar seu ministério público, houve o deserto.
Talvez você esteja perguntando:
“Deus, por que estou aqui?”
E Deus talvez esteja dizendo:
“Porque preciso preparar você para aquilo que ainda não chegou.”
Depois de tentar Jesus com o pão e não conseguir fazê-lo desobedecer, Satanás muda de estratégia.
Mateus 4:5 diz:
“Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo.”
Observe a estratégia.
Primeiro, o deserto.
Depois, o templo.
Primeiro, a fome.
Depois, a fama.
Primeiro, a necessidade.
Depois, a exibição.
Satanás estava dizendo, em outras palavras:
“Se você é realmente o Filho de Deus, prove isso diante de todos.”
E aqui existe uma tentação extremamente moderna.
É a tentação de precisar provar quem somos.
“Mostre que você é capaz.”
“Mostre que você tem poder.”
“Mostre que Deus está com você.”
“Faça alguma coisa extraordinária para que todos vejam.”
Mas Jesus não precisava provar aquilo que o Pai já havia declarado.
No Jordão, o Pai havia dito:
“Este é o meu Filho amado.”
No pináculo, Satanás disse:
“Se tu és o Filho de Deus...”
Perceba a diferença.
Deus afirma nossa identidade.
Satanás questiona nossa identidade.
Deus diz:
“Você é.”
Satanás diz:
“Prove que você é.”
Talvez esta seja uma das maiores armadilhas espirituais.
O deserto parece ruim.
O pináculo parece maravilhoso.
No deserto ninguém vê você.
No pináculo todos podem ver.
No deserto você está escondido.
No pináculo você está em evidência.
No deserto você passa fome.
No pináculo você pode parecer poderoso.
Mas Jesus nos ensina:
Há pessoas que querem chegar ao pináculo antes de aprenderem a sobreviver no deserto.
Querem púlpito sem processo.
Querem autoridade sem caráter.
Querem influência sem intimidade com Deus.
Querem reconhecimento sem preparação.
Querem a promessa sem o deserto.
Mas Deus trabalha de maneira diferente.
Primeiro Ele forma o homem.
Depois Ele usa o homem.
O deserto prepara aquilo que o pináculo apenas revela.
Aqui está algo assustador.
Satanás cita a Bíblia.
Ele leva Jesus ao pináculo e diz:
“Porque está escrito...”
Isso nos ensina que nem tudo que parece espiritual vem de Deus.
Nem toda voz que usa a Bíblia está falando a verdade.
Nem toda proposta religiosa é vontade de Deus.
Nem todo “Deus disse” realmente veio de Deus.
Satanás conhecia a Escritura, mas queria usá-la para produzir uma atitude de presunção.
Era como se dissesse:
“Jogue-se daqui. Deus terá que agir.”
Mas Jesus responde:
“Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.”
Jesus não precisava manipular Deus para provar que Deus estava com Ele.
E aqui está uma grande lição:
Fé é obedecer a Deus mesmo quando não temos todas as respostas.
Presunção diz:
“Deus vai fazer porque eu decidi.”
Fé diz:
“Mesmo que eu não veja, continuarei confiando.”
Essa é talvez a parte mais poderosa do texto.
Jesus já sabia quem era.
O Pai já havia declarado quem Ele era.
Portanto, Jesus não precisava de um milagre para validar sua identidade.
Você não precisa provar seu valor para todo mundo.
Não precisa responder a todas as críticas.
Não precisa mostrar que é melhor.
Não precisa transformar cada batalha em um palco.
Às vezes, a maior demonstração de maturidade espiritual é simplesmente dizer:
“Eu sei quem sou, sei em quem creio e não preciso provar isso para ninguém.”
Observe a ordem.
Jesus vai para o deserto.
É tentado.
Permanece fiel.
Depois começa seu ministério.
O deserto não foi um desvio.
Foi preparação.
Porque quem não aprende a ficar de pé no deserto pode cair quando chegar ao pináculo.
É fácil ser fiel quando ninguém está olhando.
Mas será que continuaremos fiéis quando todos estiverem olhando?
É fácil depender de Deus quando não temos nada.
Mas será que continuaremos dependendo dEle quando tivermos tudo?
É fácil orar na necessidade.
Mas será que continuaremos orando na prosperidade?
Talvez alguém esteja vivendo uma fase silenciosa.
Ninguém reconhece seu trabalho.
Ninguém vê suas lágrimas.
Ninguém sabe das batalhas que você enfrenta.
Você olha para outras pessoas e pensa:
“Por que elas estão avançando e eu continuo aqui?”
Não tenha pressa de sair do deserto.
Porque há coisas que Deus só consegue construir em nós quando ninguém está olhando.
O anonimato pode ser uma oficina de Deus.
Davi aprendeu a cuidar de ovelhas antes de cuidar de uma nação.
José passou pela prisão antes do palácio.
Moisés passou pelo deserto antes de conduzir Israel.
Jesus passou pelo deserto antes de começar seu ministério público.
Existe a elevação que vem de Deus.
E existe a elevação que Satanás oferece.
Satanás disse a Jesus:
“Eu te darei os reinos do mundo.”
Era uma promoção sem cruz.
Uma coroa sem sofrimento.
Glória sem obediência.
Jesus recusou.
Porque aquilo que Satanás oferece rapidamente pode custar eternamente.
Deus, porém, trabalha diferente.
Jesus desceu antes de ser exaltado.
Humilhou-se antes de receber o nome sobre todo nome.
Se Deus quiser elevar você, Ele mesmo abrirá a porta.
Não negocie seus princípios para chegar mais rápido.
Não venda sua consciência para alcançar uma posição.
Não abandone sua fé para conquistar aquilo que parece sucesso.
Porque há lugares altos onde a alma fica pequena.
Nós costumamos pensar na vitória como um grande acontecimento.
Mas naquele deserto, a vitória de Jesus foi simplesmente:
“Não.”
Não ao pão fora da vontade do Pai.
Não ao espetáculo religioso.
Não aos reinos oferecidos sem cruz.
Talvez sua maior vitória hoje também seja dizer:
“Não.”
Não para uma proposta que viola seus princípios.
Não para uma oportunidade que exige que você abandone sua fé.
Não para uma relação que afasta você de Deus.
Não para a necessidade de provar seu valor.
Não para aquilo que parece maravilhoso, mas não veio do Senhor.
Talvez hoje você esteja em um deserto.
E você pensa:
“Deus esqueceu de mim.”
Não.
Talvez o Espírito esteja conduzindo você.
Talvez Deus esteja preparando seu coração.
Talvez aquilo que você chama de atraso seja preparação.
Talvez aquilo que você chama de silêncio seja treinamento.
Talvez aquilo que você chama de abandono seja, na verdade, um lugar de encontro com Deus.
E talvez Satanás esteja oferecendo a você um pináculo.
Uma oportunidade de aparecer.
Uma maneira de provar alguma coisa.
Uma porta que parece perfeita.
Uma subida rápida.
Mas pergunte antes:
Porque o fato de estar subindo não significa que Deus está conduzindo.
E o fato de estar descendo não significa que Deus abandonou você.
Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto.
E saiu de lá cheio de autoridade.
Ele não precisou saltar do pináculo.
Não precisou impressionar ninguém.
Não precisou provar que era Filho.
Ele simplesmente permaneceu fiel ao Pai.
Talvez Deus esteja dizendo hoje:
“Não tenha medo do deserto.”
Eu estou com você no deserto.
“Não tenha pressa de chegar ao pináculo.”
Eu sei a hora de exaltar você.
“Não tente provar aquilo que Eu já declarei sobre você.”
Eu conheço você.
“Não aceite atalhos.”
O caminho que Eu preparei pode ser mais longo, mas será seguro.
Porque o deserto com Deus é melhor do que o palácio sem Deus.
E uma vida escondida na presença de Deus é infinitamente melhor do que uma vida exposta diante dos homens, mas distante do Senhor.
“Satanás levou Jesus ao alto para fazê-lo cair; o Espírito levou Jesus ao deserto para fazê-lo permanecer de pé.”
Portanto, não pergunte apenas: “Para onde estou indo?”
Pergunte:
Porque nem todo deserto é abandono, e nem todo pináculo é promoção.
Se for Deus quem conduz, até o deserto se transforma em lugar de preparação.
Se for Satanás quem conduz, até o pináculo pode se transformar em lugar de queda.
O livro abaixo, da escritora norte-americana, é gratuíto para você ler online ou baixar. Publicado pela editora da Igreja Adventista do Sétimo Dia, CPB.